Angola esteve, nesta quarta-feira, em destaque no segundo dia da 76.ª Conferência de Ministros da Saúde da Comunidade da África Oriental, Central e Austral (ECSA-HC), que decorre em Eswatini.
A delegação angolana é liderada pela ministra da Saúde e conta com altos responsáveis do sector.
Na ocasião, Sílvia Lutucuta acompanhou as sessões plenárias e debates sobre os principais desafios e prioridades da saúde na região e destacou a presença do país nas discussões sobre políticas e programas de saúde pública.
“A nossa presença nesta conferência reafirma o compromisso de Angola com a cooperação regional em saúde e com o fortalecimento dos nossos sistemas de saúde”.
A chefe da delegação nacional participou, também, no painel sobre o progresso na saúde de mulheres, crianças e adolescentes, onde partilhou experiências sobre estratégias de redução da mortalidade materna e infantil.
“Para Angola, estas discussões reforçam a necessidade de continuar investindo em cuidados pré-natais e na capacitação de profissionais de saúde”, reforçou.
“É essencial que os órgãos públicos e a sociedade acompanhem e se envolvam nas iniciativas que promovem a saúde da população, especialmente de mulheres, crianças e adolescentes, assim como na preparação para emergências sanitárias e na prevenção de doenças”, concluiu.
De acordo com o documento, Angola tem avançado na implementação de plataformas que permitem o acompanhamento de indicadores essenciais para políticas públicas mais eficazes.
Para Silvia Lutucuta, a experiência partilhada por outros Estados-Membros no debate sobre resiliência em emergências de saúde será útil para aprimorar os protocolos de resposta rápida e fortalecer a capacidade de país em situações de surtos e epidemias.
Além das sessões plenárias, foram, ainda, realizadas reuniões ministeriais paralelas, destacando-se um encontro de café da manhã promovido pelo ministro da Saúde do Zimbabwe, Douglas Mombeshora, dedicado aos compromissos globais na saúde ocular.
A participação de Angola nesta conferência reforça o papel como parceiro estratégico na cooperação regional em saúde, contribuindo para sistemas mais resilientes, inclusivos e eficientes em toda a África Oriental, Central e Austral, pode ler-se no comunicado.