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UNIVERSIDADE DOS EUA PRETENDE ABRIR CAMPUS EM ANGOLA

  26 Mar 2026

UNIVERSIDADE DOS EUA PRETENDE ABRIR CAMPUS EM ANGOLA

A visita de uma delegação do Rose Hulman Institute of Technology a Luanda, a convite da Associação para a Promoção, Desenvolvimento, Prosperidade e Tecnologia (PDPT), terminou com balanço positivo, identificando oportunidades concretas de cooperação académica e científica.

Ciências de Engenharia e Matemática (STEM), reuniu-se com um órgão afecto à Presidência da República de Angola e com a Vice-Presidente da República, Esperança da Costa, universidades e centros de investigação em Luanda.

Questionado sobre a possibilidade de instalar um campus universitário em Angola para os angolanos estudarem numa das maiores instituições de ensino superior do ramo das engenharias do mundo, Wayne Tarrant sublinhou que “há interesse, e a instalação vai depender da dedicação de todas as partes interessadas e do nível de apoio que se possa ter das instituições ligadas ao sector e que podem contribuir para que tal se torne uma realidade”.

De acordo com o Professor Wayne Tarrant ,“Angola pode e deve ambicionar vir a tornar-se num centro de formação em África e na região subsaariana do continente ao nível da STEM. Há talento, a ambição existe, e o Rose Hulman vê sempre com bons olhos ajudar a construir algo duradouro e impactante”. Para o académico, países que apostam na educação de excelência “transformam-se em pólos de inovação capazes de mudar o seu destino económico e o bem-estar das suas populações”.

Para Pedro Godinho, presidente da PDPT, esta missão reforça uma visão estratégica da Associação: “Queremos trazer para Angola campus universitários com Universidades americanas com o mesmo modelo que tem em Indiana, este é o nosso objectivo. Pretendemos que exista uma interacção entre a Rose Hulman em Angola e a Rose Hulman do estado de Indiana. Queremos que Angola, à semelhança do Qatar, tenha um pólo com universidades americanas o que vai permitir formar os nossos melhores quadros nas universidades americanas sem que precisem sair do país, o que vai resultar na poupança de divisas e redução do risco de fuga de quadros” disse.

O responsável destaca que esta ambição pode começar alinhada a modelos comprovados noutras regiões do mundo: o Rwanda, que acolhe pólos da Carnegie Mellon University e da African Leadership University, ou os Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita, que criaram Education Cities com campus de universidades como Georgetown, Sorbonne, NYU e Texas A&M.

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