O Executivo orientou, nesta quarta-feira, a criação urgente de reservas de bens estratégicos como combustíveis, alimentos, medicamentos, produtos químicos para tratamento da água, entre outros, como medidas de cautela face à instabilidade no Médio Oriente.
A decisão consta de um memorando analisado na sessão extraordinária da Comissão Económica do Conselho de Ministros, sob orientação do Chefe de Estado, João Lourenço.
O documento descreve as implicações da subida do preço do petróleo no mercado internacional, que repercutem sobre as finanças públicas, investimentos, transportes, turismo, acesso aos fertilizantes, preço dos alimentos e muitos outros sectores, divulgou a Presidência da República.
A reunião deixou, também, claro que se, por um lado, o país arrecada dinheiro extra com o crude mais valorizado no mercado mundial, por outro despende mais recursos financeiros para importar os produtos petrolíferos refinados de que necessita no quotidiano.