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MINISTRO JOSÉ DE LIMA MASSANO DESTACA COMBATE À POBREZA COMO UMA DAS PRIORIDADE DO EXECUTIVO

  21 Jul 2026

MINISTRO JOSÉ DE LIMA MASSANO DESTACA COMBATE À POBREZA COMO UMA DAS PRIORIDADE DO EXECUTIVO

O ministro de Estado para a Coordenação Económica, José de Lima Massano, reafirmou, nesta segunda-feira, em Luanda, que o combate à pobreza continua a constituir uma das maiores prioridades do Executivo, sublinhando que a estratégia nacional assenta numa abordagem integrada que conjuga crescimento económico, criação de oportunidades, desenvolvimento do capital humano e inclusão social.

Ao intervir na cerimónia oficial de lançamento da Ampliação do Projecto de Consolidação e Modernização da Gestão da Acção Social, por via do Cadastro Social Único (CSU), afirmou que este instrumento assume um papel estruturante por permitir identificar, com maior rigor e transparência, os agregados familiares em situação de vulnerabilidade, assegurando que os programas sociais sejam direccionados a quem realmente deles necessita.

José de Lima Massano destacou também que o Cadastro Social Único vai reforçar a eficácia de importantes iniciativas do Executivo, entre as quais o Programa KWENDA, responsável por transferências sociais monetárias às famílias vulneráveis, e o Programa Nacional de Alimentação Escolar, que promove a segurança alimentar, melhora o processo de aprendizagem e contribui para o desenvolvimento físico e cognitivo das crianças.

O ministro de Estado considerou encorajadores os resultados já alcançados no domínio da protecção social, revelando que o Programa KWENDA beneficiou mais de 1,3 milhões de agregados familiares, o equivalente a cerca de 6,5 milhões de cidadãos, tornando-se um dos maiores programas de protecção social da história de Angola.

No que se refere à segurança alimentar, José de Lima Massano referiu que, segundo os dados mais recentes da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), a taxa de insegurança alimentar severa em Angola reduziu cerca de 40 por cento entre 2023 e 2025, passando de 19,5 para 11,7 por cento da população. O governante salientou que esta evolução permitiu retirar aproximadamente 2,8 milhões de cidadãos de uma situação grave de insegurança alimentar.

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