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PR ORIENTA MINISTRA DA EDUCAÇÃO “A TUDO FAZER PARA QUE NÃO HAJA UMA ÚNICA CRIANÇA QUE NÃO TENHA ACESSO À ESCOLA”

  10 Feb 2026

PR ORIENTA MINISTRA DA EDUCAÇÃO “A TUDO FAZER PARA QUE NÃO HAJA UMA ÚNICA CRIANÇA QUE NÃO TENHA ACESSO À ESCOLA”

O Presidente da República, João Lourenço, orientou, segunda-feira, em Luanda, no Palácio da Cidade Alta, a nova ministra da Educação, Erika de Carvalho Aires, a tudo fazer para não deixar uma única criança fora da escola ou sem acesso ao ensino.

Em breves declarações proferidas após conferir posse à nova titular da pasta da Educação, o Chefe de Estado lembrou à Erika Aires que a educação e o ensino “são muito importantes” para o desenvolvimento de qualquer país, de qualquer sociedade.

“Nós acabámos de confiar-lhe a responsabilidade de, não só melhorar a qualidade do nosso ensino, mas também tudo fazer para que não haja uma única criança que não tenha acesso à escola, à educação”, adiantou João Lourenço, reconhecendo que a taxa de crianças fora do sistema de ensino no país é muito alta.

“Isso se deve a vários factores, mas sobretudo, e devemos reconhecê-lo aqui, à insuficiência de escolas. A pressão demográfica é grande”, explicou.

João Lourenço assegurou, ainda, que muito se tem construído no âmbito do Plano Integrado de Intervenção nos Municípios (PIIM), e não só, admitindo, no entanto, que, mesmo assim, o défice continua alto. “Precisamos de continuar a construir e a construir rápido um número bastante significativo de escolas, sobretudo do primeiro nível”, reforçou o estadista.

O Presidente anunciou, a propósito, que o Executivo alocou “alguns recursos” para a construção dessas escolas em falta, tendo garantido haver disponibilidade para continuar a mobilizar mais recursos, “todos aqueles que forem necessários” para debelar este “problema social, que gostaríamos de ver resolvido tão cedo quanto possível”.

A exemplo do que já acontece no sector da Saúde, acrescentou o Presidente da República, “não basta construir”, é necessário, também, “acompanhar este processo de construção das infra-estruturas, com formação e admissão de pessoal docente, para podermos completar o ciclo de prestação de um serviço de ensino de qualidade aos nossos jovens”.

Apelou, por um lado, a uma maior oferta de infra-estruturas e, por outro, a uma maior oferta de pessoal docente e administrativo “para pôr a funcionar essas mesmas escolas”.

João Lourenço confessou, ainda, à nova ministra da Educação, “confiar nas suas capacidades”, pedindo, no entanto, que recorra a si “sempre que for necessário”, para reportar “todas as dificuldades que tiver”, assegurando que o Presidente da República estará “sempre disponível”, como tem estado para com todos os ministros.

Ao finalizar, o Chefe de Estado pediu à nova ministra da Educação que não se acanhe e que bata à porta do Presidente “quantas vezes forem necessárias”, porque o grande objectivo é “colocar a educação no nível bem diferente daquele que temos hoje no nosso país”.

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